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07 Nov
Frans Timmermans é o candidato comum dos socialistas nas eleições europeias

Frans Timmermans é o candidato comum dos socialistas nas eleições europeias

Depois de um “profundo debate interno” o Partido Socialista Europeu “convergiu para a candidatura de consenso” de Frans Timmermans. O atual vice-presidente da Comissão Europeia “dará rosto a um programa progressista e de aprofundamento do projeto europeu, designadamente no domínio do orçamento, da reforma da zona euro e da convergência, prioridades apoiadas desde o primeiro momento pelo Partido Socialista, defendendo os interesses de Portugal numa União Europeia mais forte e justa”, afirma Carlos Zorrinho, presidente da delegação socialista portuguesa no Parlamento Europeu.

 

Na apresentação que decorreu no Parlamento Europeu, o candidato comum dos socialistas nas eleições europeias referiu-se ao ato eleitoral como “a batalha sobre a verdadeira alma da Europa. A mensagem de uma Europa unida é mais importante do que nunca” porque “muito do desencanto, muita da atração pelo nacionalismo é porque muitos dos eleitores pensam que o sistema não trabalha para eles. É possível criar sociedades mais justas” e argumentou que “alguns grandes líderes socialistas já provaram que tal pode ser feito”.

 

Frans Timmermans referia-se aos exemplos de Portugal e Espanha. “Olhem para a mudança radical de atmosfera em Espanha, depois de Pedro Sánchez se ter tornado primeiro-ministro. Olhem para a mudança radical de atmosfera em Portugal, quando António Costa tomou as rédeas e mostrou até onde poderia ir”, exemplificou.

 

Durante o evento Serguei Stanishev, presidente do Partido Socialista Europeu, agradeceu também ao Secretário-geral do Partido Socialista português, António Costa, “o empenho e a determinação” para se chegar a um compromisso que “une a família socialista europeia”.

 

Carlos Zorrinho nota que “o PS assume um protagonismo ativo na criação de soluções que ajudem a consolidar a afirmação de Portugal na União Europeia. O PSD mantém a atitude subserviente que permitiu que nos tivesse sido imposta, durante o seu governo, uma estratégia de empobrecimento fortemente aplaudida por personalidades como aquela (Manfred Weber) que o PSD quer ver agora à frente dos destinos da Comissão Europeia".

 
 
 

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